Se despede o vento, e lamento
Que quase bruma, a tua mão
Não seja espuma, quase pássaro
Quase lua,
Ou quase morte
Do fogo silêncio
Que o poeta tem na boca,
Lírios destes momentos
Na saliva do soldado,
Se despede o vento, quase luar quase lento
O beijo da mãe na flor de seu jardim.
Se despede o vento, e lamento
Que quase bruma, a tua mão
Não seja espuma, quase pássaro
Quase lua,
Ou quase sofrimento!
(que nunca digas que é o último poema do ano...)
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