Se a água vida quase noite trouxer o rio que escreve no dia, se o capim esconder o meu corpo,
se a casa estiver cheia de sono ou quase morte...
É porque o meu olhar pertence aos teus lábios.
Se não houver primavera no jardim da lua, se uma nuvem de espuma sobrevoar a terra enquanto a terra
gira ao contrário,
é porque escrevo o poema na vagina da chuva.
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