Era o rio mais poético de todos os poetas rios,
escrevia na mão do poeta versos para alegrarem os olhos do sol.
Era o rio mais alegre de todos os pássaros versos que eu vi e mesmo assim,
era às vezes um rio livro triste como o mármore alegre de um jazigo, sentir
o corpo teu nu na sombra de um embondeiro quase o orgasmo longínquo de um mabeco esfomeado, quase
noite bebé na mão de deus, e quase que sou um menino novamente rio e quase socalco com fotografia para o douro.
Era o rio mais poético de todos os poetas rios, era o rio mais fogo do que o fogo da tua boca,
quase o fogo da alvorada. Era o rio
mais secreto de todos os secretos livros,
era o rio mais palavra
do que todas as palavras rio.
Era o rio mais louco do que todos os loucos rios...!
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