(para a Cristina)
Quão frágil a manhã no rio esquerdo que avança
da pedra cinzenta levante e leve
sobre a água límpida e cintilante sem o
saber
no dizer errante depois da chuva também
ausente
Quão frágil a manhã quase criança
quase bebé
na palavra manhã
quão frágil o horizonte da ribeira
encurvada
Quão frágil a madrugada
e o poema
e a palavra
Quão frágil a manhã no rio
a manhã do dia
em poesia em delírio frio
Gosto! Muito!
ResponderEliminarObrigado.
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