Vai ficar a lua vermelha que não é uma lâmpada de sono, mas é uma gotinha de poesia nos teus doces lábios de mel,
Acorda o dia nos teus olhos de mar maresia na mão de Deus,
Acordar se o teu corpo nu toca no meu corpo quase palavra quase também uma fotografia no espelho da chuva...
O tocar suavemente a tua pele como quando folheio um livro e cada página nos meus dedos é um profundo rio contornando a noite e a montanha do teu cabelo.
Amar-te quando te amo tanto, tantos mares nos teus olhos que se entrelaçam na esmeralda nocturna da casa.
Vai ficar a lua vermelha que quase bruma o é na primeira lágrima da manhã,
O primeiro verso rompe da janela de onde vejo a senhora da cunha, e se eu acreditasse também
Eu lhe pedia que nunca deixes de me amar.
Porque tu és o meu verso!
Sem comentários:
Enviar um comentário