06 dezembro 2024

O teu corpo cegando a janela do meu coração!

O calor honesto da árvore que acredita ser a lareira que desce a montanha até ao verde dos plátanos, 

e se aquele homem chora é sinónimo de poesia que eu tenho nas pálpebras, uma pequena rua nua pela escuridão do sol. 


Éramos a noite, e tu estás folgante como a água do mar, cansadas da chuva e do silêncio, regressam as pessoas que se escondem no arvoredo, rasgado rio recusando beijar o corpo, e depois 

também ausente destes dias o teu cabelo deitado no chão terra da tua mão, 


este pequeno livro barco no mar da minha poesia... 

A lua de mel está quase cheia de sono, e os teus olhos como nuvens lágrimas do pequeno-almoço, abres a noite e descobres mil encantos junto ao meu destino, quando o livro é uma pedra sendo degolado pela lágrima escuridão. 


Abraço esta árvore e sinto o teu corpo cegando a janela do meu coração! 


Beijo-te, poema do meu olhar...


Sem comentários:

Enviar um comentário