O calor honesto da árvore que acredita ser a lareira que desce a montanha até ao verde dos plátanos,
e se aquele homem chora é sinónimo de poesia que eu tenho nas pálpebras, uma pequena rua nua pela escuridão do sol.
Éramos a noite, e tu estás folgante como a água do mar, cansadas da chuva e do silêncio, regressam as pessoas que se escondem no arvoredo, rasgado rio recusando beijar o corpo, e depois
também ausente destes dias o teu cabelo deitado no chão terra da tua mão,
este pequeno livro barco no mar da minha poesia...
A lua de mel está quase cheia de sono, e os teus olhos como nuvens lágrimas do pequeno-almoço, abres a noite e descobres mil encantos junto ao meu destino, quando o livro é uma pedra sendo degolado pela lágrima escuridão.
Abraço esta árvore e sinto o teu corpo cegando a janela do meu coração!
Beijo-te, poema do meu olhar...
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