Não sei se vou ter o rio que escreve no meu destino,
se as árvores que o rio que escreve são as palavras do mar que dorme nos teus olhos.
Não sei se vou acordar quando romper a paixão do meu coração sobre a terra sagrada do desconhecido...
Não sei o meu nome.
Não sei se este rio tem uma cidade escondida ou se é apenas uma pedra no silêncio do poema.
Não sei quem foi o rio que me escreveu na noite passada quando éramos dois corpos no chão terra da chuva.
Não sei!
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