Mas toco na tua pele pétala quase página de um livro de luz para o meu olhar eu tocar quase no poeta,
eu quase que beijo o poeta que terei nas pálpebras as árvores que estão no teu seio,
e eu também o toco e também eu o beijo
antes que a lua seja um desenho desejar-te na saliva do meu cigarro ausente e demente.
Da tua pele pétala que o rio está quase poesia e a aldeia suspensa numa cadeira envolvida na mão do desconhecido vento, sentindo
o perfume do sol poema que voa sobre o mar, recusando beijar o corpo quase cheiro quase água quase inverno.
O inferno chão que a terra sagrada é uma lâmpada destinada ao fracasso, que a vida é uma mentira, mas apenas uma janela amada para o meu destino...
Sentido o orgasmo da chuva se das nuvens um palhaço de cera saltitando no jardim junto ao baloiço menino que está quase pronto para o dia da criança,
e a tua pele pétala quase toda molhada na boca do corpo poeta.
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