É só um livro de luz que esconde o nome no poema que seduz o sombreado silêncio,
folheadas pétalas que incendeiam a lua de mel que o rio transporta na mão, que o mundo está louco de luz e migalhas de cores mil versos.
Em cada palavra um desenho que só a noite sabe escrever no interior da casa, da chuva se não houver primavera se não houver outro rio recusando beijar a maré desta cidade perdida...
É só um livro de luz para o dia que cresce e que quase bruma acontece no meu sorriso. Um livro
que quase é espuma quase pássaro quase que uma árvore no chão terra.
É só um livro de luz que esconde o nome no poema que voa sobre o mar e da suavidade razão do desconhecido vento, quase gente ausente destes arautos comestíveis,
saber que no infinito há uma pedra sendo degolada pelo meu nome, na mão do poeta.
É só um livro de luz para o meu olhar tocar no inferno...
Que esconde o nome no poema!
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