Azul pássaro da árvore ou silêncio plátano
no poema que absorve a tempestade
mais janela menos árvore
avenida que sobe que desce
quase rio ao fundo
quase que mexe
nas asas do azul pássaro.
E quase também
no rio mar azul
o azul pássaro da árvore ou silêncio plátano
que quase ninguém
sabe onde encontrar,
e que não se cansa de correr
de voar.
Azul pássaro azul o mar
se a árvore me escrever…
No livro que escrevo
do livro que não me canso de ler.
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