Até que o dia deixou de ser rio lua cheia fastio de luz para o teu cabelo de sol.
Até que o rio recusando beijar o teu olhar e toca a noite com os lábios, e abraça o mar.
Loucamente em luar ela não tem o nome no poema, mas procura docemente
a semente para a insónia.
Até que uma pequena lágrima na boca do meu coração, até que uma pequena pétala na voz do meu destino. Até que o teu corpo não seja espuma quase pássaro, quase desejo
até que uma árvore se despeça do jardim e da tua mão
o odor secreto do teu sorriso...
Até que o teu corpo seja arte!
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