Um pequeno silêncio de luz invade a minha solidão
Traz com ele a sonolência amargura de sofrer
Quando as noites são tempestades de inocência
Nas mãos de uma criança
Nas mãos de uma flor
Um pequeno silêncio de luz travestido de quase tudo
Quando eu apenas tenho
O quase nada
No entanto procuro no infinito
Qualquer coisa que seja comestível
Que me alegre a alma
Que me faça feliz. Talvez lendo um poema de Al Berto…
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