O beijo da chuva se a casa não tem o meu destino prometido, se apenas tenho uma pedra na mão para contemplar o sol, tu mulher despida e transparente
O beijo saliva do desconhecido, a lua sémen deixou de fumar dentro do soldado amordaçado
Coitado,
Que não seja o desgraçado menino não, mas fatiando
Cada silêncio da casa, outro menino me espera.
Outro destino, mas não têm no coração o desenho de uma sílaba e tão cristalina a noite e
E tão pequenino o sombreado mar...
São todos estes barcos que me incomodam desde que a flor de uma janela me acordou sabendo a noite que eu serei também ausente e demente dos teus olhos.
O beijo da chuva na neblina do dia quase em casa quase em morte, quase poesia
Ou quase nada. E se a casa não tem o meu destino bem acolhe o meu sexo prometendo, e eu toco no inferno,
E eu quase que morria sabendo que não tinha visto o meu corpo no espelho, mas ele suspeitava da chuva e do soldado e do desconhecido vento.
Sentindo sento-me sobre a espingarda de um relógio que de hora a hora disponível e invisível dentro do teu cabelo, deixar o meu corpo pendurado na corda fumegante do fumo do meu cigarro, não
Não posso atender a este destino; escrever
E esperar que a morte seja apenas uma janela para a minha casa.
Desistir?
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