Sentia-te nos meus pobres
sonhos como uma andorinha
sabia-te dentro de um
círculo de luz
sentindo-te camuflares-te
a mim entre poemas e versos
palavras e conversas sem significado,
encontrava-te nas veias a
saliva da manhã
quando acordavas nos meus
braços despedidos do ontem
amava-te pensava eu
sabendo que os úmeros são
conversas de loucos
apaixonados por flores
carnívoras em dente de marfim
adorava-te como adoro o
sol a noite e os orgasmos dispersos como manhãs...
e tu nos meus braços
desaparecias como
testemunhas de cadáveres envenenados pelo amor...
Sem comentários:
Enviar um comentário