Teus olhos, se o mar
Passeia no teu cabelo,
E apelida de vento
As árvores do meu poema,
Teus olhos, a luz
Que me chama,
Além-luar, dos dias sem ninguém.
Dois barcos se beijam, e entrelaçam os
olhos
Na dinâmica do silencio,
Uma charrua se esconde,
E percebe
Que a terra que come,
Tem fome,
E os teus olhos de mar,
São as estrelas de uma noite de desejo.
Castedo
do Douro, 04/10/2024
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