Princesa,
olhar-te e não te tocar,
poder afagar o teu
cabelo,
quando apenas o faço,
com o meu olhar...
Escrever-te,
quando tenho a certeza,
sim princesa,
a certeza de que não lês
o que escrevo…
Quase ninguém lê ou gosta
de poesia,
e certamente serás como
os demais,
quanto mais lerem o que
escrevo; que nem sou poeta nem sou nada!
(Francisco)
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