Ao plasma quântico que o teu corpo incendeia
No teu corpo a charrua
mão
Que acaricia e que semeia
No teu corpo que
incendeia o coração
21/06
05:57
Ao plasma quântico que o teu corpo incendeia
No teu corpo a charrua
mão
Que acaricia e que semeia
No teu corpo que
incendeia o coração
21/06
05:57
a culpa é do ubuntu, no
entanto ainda tenho alguns pedacinhos de néons e de neurónios, um ou dois
para te desejar,
sonhar
primeira revolta, cada
poema que te escrevo, no oceano pacifico começa a tocar,
i don't want to/toni
braxton
estranho, pá
estranho
e mais estranho ainda, é
sudo apt install
kde-plasma-desktop -y
ou não é
depende da fé
se está sentado
de pé
se já comeu e se já bebeu
e se já foi hoje fodido
por alguém ou um por
qualquer ateu
e falando em céu
hoje fui ao céu escrever
na mão de deus
uma palavrinha apenas,
sim
20/06
18:50
Onde estão,
Como estão,
Onde moram,
E o que comem os teus
seios,
A que rio pertencem os
teus seios,
O que sentem,
Como brincam,
Os teus seios,
Onde estão,
Como são,
Os teus seios,
Na primavera do teu
corpo.
20/06
16:32
Tenho fome dos teus seios
meu amor
Tenho sede da tua boca e
dos enseios
Tenho frio da tua mão
E tenho o silêncio dos
teus beijos
Tenho flores para te
oferecer
Tenho fome dos teus seios
meu amor
E tenho sede da tua boca
meu amor
No meu corpo a arder
Tenho a noite dentro da
noite
Tenho virgulas loucas que
não quero utilizar
Tenho estrelas para te
desenhar
No teu corpo meu amar
No teu corpo em mim
entrar
Tenho uma mão para o teu cabelo
afagar
E tenho a outra mão para
o teu rosto tocar
Tenho fome dos teus seios
meu amor
Tenho sede da tua boca e
dos enseios
Tenho frio da tua mão
Quando o dia acontece
E cresce
Dentro do coração
20/06
02:43
Quando o rio não corre
para o mar
Quando o mar deixou de
ser o mar, e agora
É uma minimaré
Talvez,
Quando o pénis louco no
seu acordar
Quanta espuma e quanto
mar
Quando a lua já nem tem
luar
E o luar agora é,
Quando o mar não abraça o
rio no seu correr
E da fragrância do olhar tanta
é a luz
Do outro pobre mar
Quando o mar já não é o
mar e agora é,
Quando o rio não corre
para o mar
Quando o mar deixou de
ser o mar
Quando a luz em seu erguer
anseia ser o mar
O mar que odeia o mar que
deixou de ser o mar.
20/06
00:25
Não preciso de nada, só
preciso de ti
E de uma enxada
Para cavar a terra
invisível e do capim
Não
Não preciso de nada, só
preciso de ti
E de um jardim
Para me sentar
Para te olhar
Para te dizer,
Não preciso de nada, só
preciso de ti
Em meu viver
Na minha madrugada.
Não preciso de nada.
20/06
00:09