21 junho 2026

Plasma quântico

Ao plasma quântico que o teu corpo incendeia

No teu corpo a charrua mão

Que acaricia e que semeia

No teu corpo que incendeia o coração

 

21/06
05:57

20 junho 2026

sudo apt install kde-plasma-desktop -y

a culpa é do ubuntu, no entanto ainda tenho alguns pedacinhos de néons e de neurónios, um ou dois

para te desejar,

sonhar

 

primeira revolta, cada poema que te escrevo, no oceano pacifico começa a tocar,

i don't want to/toni braxton

estranho, pá

 

estranho

e mais estranho ainda, é

sudo apt install kde-plasma-desktop -y

ou não é

 

depende da fé

se está sentado

de pé

se já comeu e se já bebeu e se já foi hoje fodido

 

por alguém ou um por qualquer ateu

e falando em céu

hoje fui ao céu escrever na mão de deus

uma palavrinha apenas, sim

 

20/06

18:50 

Os teus seios

Onde estão,

Como estão,

Onde moram,

E o que comem os teus seios,

 

A que rio pertencem os teus seios,

O que sentem,

Como brincam,

Os teus seios,

 

Onde estão,

Como são,

Os teus seios,

Na primavera do teu corpo.

 

20/06
16:32

Tenho fome dos teus seios meu amor

Tenho fome dos teus seios meu amor

Tenho sede da tua boca e dos enseios

Tenho frio da tua mão

E tenho o silêncio dos teus beijos

Tenho flores para te oferecer

Tenho fome dos teus seios meu amor

E tenho sede da tua boca meu amor

 

No meu corpo a arder

Tenho a noite dentro da noite

Tenho virgulas loucas que não quero utilizar

Tenho estrelas para te desenhar

No teu corpo meu amar

No teu corpo em mim entrar

Tenho uma mão para o teu cabelo afagar

 

E tenho a outra mão para o teu rosto tocar

Tenho fome dos teus seios meu amor

Tenho sede da tua boca e dos enseios

Tenho frio da tua mão

Quando o dia acontece

E cresce

Dentro do coração

 

20/06
02:43

Quando o rio não corre para o mar

Quando o rio não corre para o mar

Quando o mar deixou de ser o mar, e agora

É uma minimaré

Talvez,

 

Quando o pénis louco no seu acordar

Quanta espuma e quanto mar

Quando a lua já nem tem luar

E o luar agora é,

 

Quando o mar não abraça o rio no seu correr

E da fragrância do olhar tanta é a luz

Do outro pobre mar

Quando o mar já não é o mar e agora é,

 

Quando o rio não corre para o mar

Quando o mar deixou de ser o mar

Quando a luz em seu erguer anseia ser o mar

O mar que odeia o mar que deixou de ser o mar.

 

20/06
00:25

Não preciso de nada, só preciso de ti

Não preciso de nada, só preciso de ti

E de uma enxada

Para cavar a terra invisível e do capim

Não

Não preciso de nada, só preciso de ti

E de um jardim

Para me sentar

Para te olhar

Para te dizer,

 

Não preciso de nada, só preciso de ti

Em meu viver

Na minha madrugada.

 

Não preciso de nada.

 

20/06
00:09