É a melodia da morte que traz o dia, o evangelho sagrado
A árvore na lápide flor
De um guarda-chuva acorrentado ao destino
Ser poesia, e o beijar
Da bruma tela que também era o soldado, que ainda não terminou o circo
No fogo da mão
Em fuga, na vida em contramão que o sono esconde
E que finge
Ruas desertas, ruas miséria
Sempre que um poeta
Sofre
E chora
Que já não há cupidos, agora existem drones
Qualquer dia as sanitas são as palavras, e Deus
O triângulo das bermudas, o meu cacilheiro
Se esconde
E se adormecer
É a melodia da morte que traz o dia
04/04/2026, 21:35