Uma andorinha na primavera dos teus olhos, o silício fogo
Trôpego, tão magro como o vento, tão lindo como sempre, a tarde que também é quase uma mão para as palavras da tua boca, os teus lábios
São os meus poemas que ainda ontem eram a água de uma fotografia
Há sol no silêncio dos teus seios, vestia-me de tinta apenas para te beijar,
Apenas para pincelar o teu sexo de manhã apaixonada, como a andorinha na primavera dos teus olhos, só minha
Na alvorada do meu peito.
Ribadouro, 10/03/2026, 09:19
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