21 dezembro 2025

Esperança

Vive-se, acreditando

Caminhamos, como se fossemos uma roda, rolando

Morremos, deitam-nos bem lá no fundinho de uma cova

E fica sempre alguém

 

Alguém, que nos recorda.

 

Antes, somos amados, ou até odiados

Fazem de nós lápides, lápis de cor nas mãos de uma criança

Depois a erva do prado, cresce, cresce no silêncio de uma árvore

E damos conta,

 

Que já não há esperança.

 

21/12/2025, 13:19

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