Vive-se, acreditando
Caminhamos, como se
fossemos uma roda, rolando
Morremos, deitam-nos bem
lá no fundinho de uma cova
E fica sempre alguém
Alguém, que nos recorda.
Antes, somos amados, ou
até odiados
Fazem de nós lápides, lápis
de cor nas mãos de uma criança
Depois a erva do prado, cresce,
cresce no silêncio de uma árvore
E damos conta,
Que já não há esperança.
21/12/2025, 13:19
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