Ao longe o perto, no rio encurvado
Em teus seios, nos teus
meus medos
E enseios, os vinhedos
As tuas coxas da janela
ao nascer do sol
Na ribeira que nos
apoquenta, e ausenta
Na secretária de uma
aldeia, cada cor de mim
Em louco delírio do teu
sorriso, dos teus sonhos
No meu adormecer, e ser
O rio dos teus seios, em
cada acordar, em cada anoitecer
E o vinho é a vida, é o
alimento
Desejado, indesejado, que
do longe vem
Vem ao meu lado…
26/12/2025, 22:17

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