És o rio que em meu
inferno corre, e que galga cada migalha
Do meu ser
Em meu tormento, em te
amar
Em te sonhar,
E em te querer,
És o rio que no manusear
cada página deste livro, à janela se destina, no silêncio quase palavra, quase
o desejar
Que outro rio, e que
outra página
Sejam a nossa cama, sejam
a muralha a derrubar
Que este rio, este rio de
te amar
Me leve aos teus braços,
e que me deixe lá ficar!
25/12/2025, 07:08
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