Tão só, no só ditado de
uma página
Dentro de um cubo de
vidro, as quatro paredes da ausência
O poço da morte, e em
círculos, a motorizada desenhava vírgulas no olhar de uma criança; eu.
Tão só a lareira que
depois de acesa, também ela, me ignora, até se extinguir num pedaço de luar
A geada cobre a minha
sombra, dispo-me
E mergulho no só meus
livros, e aos poucos também eles se despedem de mim, e eu, oiço-os
Durante a noite e sorrateiramente,
descerem as escadas, abrem a porta…
E partem de mim: assim.
Sós.
22/11/2025, 20:58
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