Uma caixa, de quem se
esconde
O triângulo
Dois círculos de luz, ao
silêncio abismo
No corredor da morte
A equação é quase sono,
porque choram as pedras
Dos cinzeiros em prata,
rio abaixo
A barcaça quase desgraça
Na mordaça
A voz é um esqueleto de
vidro, em suas mãos
Escreveram-lhe, e ainda
lhe escrevem
O sémen de uma sanzala
O sono e o circo, o
perfume mármore de uma aldeia
Sobre a ponte, outro rio
de um outro nome
Sempre que da terra se
ergue a vaidade
04/11/2025, 22:41
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