Este livro, escreve-se
Assim
Às flores depois de
assassinadas, o jardineiro
Quase sombra nas mãos de
uma tesoura de poda
Este livro, se rasga e se
arde
Na lareira acesa, a
espuma que míngua
O banho que me inventa,
assombrado
O trigo quase música nos
lábios do vento
E me sento, e tenho outra
dentada no meu braço
Que me destino, que outra
alegria sabia
Que o dia acredita, e o
rio
Medita
18/11/2025, 22:09
Sem comentários:
Enviar um comentário