Chuva fraca, minha
querida andorinha, em papel, em papel e faca,
No peito chacal, o mel, o
veneno número cinco, da Chanel
O cigarro embebido em
sangue puro cavalo, e às vezes.
Tossia, e coxeava de vez
em quando,
Ultimamente,
Mais vezes do que encanto
Quando
Quando tudo arde, e mais
lenha se avizinha na fogueira, na fritadeira, e na respectiva torradeira, e a
vizinha, se apouca, e se esconde na sombra de uma lareira acesa,
A torrada ficou carvão, o
carvão, depois do almoço, sempre que podia ia à melancolia da tarde, e trazia,
Um dióspiro; que nojo.
Odeio.
Um triste e só, tremoço. Às
tantas ficou órfã, de grinalda na cabeça, e
E sempre que o sabia,
sentava-se na cadeira, quase sempre, ela, ela vazia
E assim se fez dia chuva fraca,
minha querida andorinha, em papel,
Em papel e faca.
12/11/2025, 21:53
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