À janela o menino
destino, o sino
No timbre silêncio de uma
noz, que cai
E que se levanta ao ouvir
o último apito
Do paquete que parte, e
que irá voar sobre um invisível mar
Cadente, pedinte, acoite
E depois,
Será sempre noite.
Noite.
28/11/2025, 21:46
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