Tão pouca é a esperança
De que um dia me venhas a
amar
Que o silêncio alcança
O sorriso de um novo luar
Que há lágrimas nos olhos
do teu mar
Que o vento balança
E o teu cabelo a saltar
Parece o brincar de uma
criança
Que nunca me vais amar
Porque eu sou um rochedo
Que aos poucos desiste de
caminhar…
Já tive a esperança de
que um dia me venhas a amar
Mas hoje tenho medo
Tanto medo de que existas
apenas no meu sonhar.
(26/10/2025, 14:10h)
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