A seiva que incendeia os
braços em prata
Da casa abandonada, na
casa em chapa
E é quase a chuva o teu
olhar cinzento
Na escuridão do dia ou no
tormento
Da não alegria
Quando o rochedo sente e
sentia
A água fria do mar
Que depois da chuva se
veste de luar
Que depois da noite é
criança
Que não se cansa de
brincar…
A seiva que incendeia os
braços em prata na esperança
Que um dia acorde a
madrugada
E escreva no meu sonhar
O desejo em seres amada.
(25/10/2025)
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