25 outubro 2025

Que olhos são esses, esses tristes olhos Que sorriso é esse, esse triste sorriso

 

A seiva que incendeia os braços em prata

Da casa abandonada, na casa em chapa

E é quase a chuva o teu olhar cinzento

Na escuridão do dia ou no tormento

 

Da não alegria

Quando o rochedo sente e sentia

A água fria do mar

Que depois da chuva se veste de luar

 

Que depois da noite é criança

Que não se cansa de brincar…

A seiva que incendeia os braços em prata na esperança

 

Que um dia acorde a madrugada

E escreva no meu sonhar

O desejo em seres amada.

 

(25/10/2025)

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