Um mar de gente
O sargaço velozmente corre
no truz, truz
Que uma porta que nunca
se abre, de uma janela sem vidros, e escutava o vento, e a gente
Que velozmente
Viam o sargaço correr
Ouviam-se os gemidos do sargaço,
e também
Se sentiam as fogalhas
lágrimas, em brasa, num corpo suspenso na caneta do poeta,
Ouvia cada gotícula de suor
da iluminada pele, quando o sargaço corria,
E ao fim do dia,
Lia,
Lia poesia
Um mar sem gente, esta terra
de muita boa gente, o sargaço fitava os lobos, e corria, montanha abaixo em
busca da primavera, ou
De um rio que incendeie a
noite, e traga o AL Berto, e que todos os barcos, e o sargaço
Levantem os braços,
E que que gritem;
Olá eu sou o INÁCIO…
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