11 outubro 2025

Olá eu sou o INÁCIO…

 

Um mar de gente

O sargaço velozmente corre no truz, truz

Que uma porta que nunca se abre, de uma janela sem vidros, e escutava o vento, e a gente

Que velozmente

Viam o sargaço correr

 

Ouviam-se os gemidos do sargaço, e também

Se sentiam as fogalhas lágrimas, em brasa, num corpo suspenso na caneta do poeta,

Ouvia cada gotícula de suor da iluminada pele, quando o sargaço corria,

E ao fim do dia,

Lia,

Lia poesia

 

Um mar sem gente, esta terra de muita boa gente, o sargaço fitava os lobos, e corria, montanha abaixo em busca da primavera, ou

De um rio que incendeie a noite, e traga o AL Berto, e que todos os barcos, e o sargaço

 

Levantem os braços,

E que que gritem;

Olá eu sou o INÁCIO…

Sem comentários:

Enviar um comentário