se os sinos a rebate
gritassem o teu nome, se a fome
apenas pertencesse aos
poemas,
sem nome,
se o rio em vez de correr
parra o mar, subisse a montanha, e se sentasse sobre uma pedra, nua e cinzenta,
se a noite tivesse muitas
janelas, tantas como a charrua que lamenta,
apenas pertencesse aos
poemas,
sem nome,
porque o nome é uma
farsa, é um destino menino,
só, em viagem na sua
barcaça,
então:
a equação da energia é
igual à massa vezes o quadrado da velocidade da luz…
e eu?
eu.
e eu preciso muito da tua
luz!
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