O fogo gelo que em
petardos galopes
Semeia na ânsia de um
abraço o desejo silêncio de um pedaço
De trapo
E do uivo grito a esfinge
madrugada no acordar
E em ter quando o pouco
que temos
É o muito em o ser
No ser o nosso primeiro sonhar
O fogo gelo em nós que
nos fará erguer
E continuarmos a caminhar
Sem o medo de
Sem medo de amar
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