Se
eu juntar o Sol com a geada,
E
subtrair a madrugada,
Elevar
ao quadrado o luar…,
Fico
com nada,
E
tu, talvez fiques com o mar!
Calculando
a primitiva do teu olhar
Juntamente
com a raiz quadrada,
Eu
continuo a ficar com nada,
E
tu, novamente com o mar!
Assim
não dá.
Diferenciando
o silêncio do teu sorriso
E
ao mesmo tempo,
Dividir
o meu cansaço pela falta de juízo,
Obtenho
a probabilidade do vento…
Assim
não dá.
Se
juntar o Sol com a geada,
Adicionando
o mínimo múltiplo comum da madrugada,
Integrando
o luar…,
Fico
com três folhas de papel perdidas na calçada,
E
tu, ficas com o mar!
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