A matéria indefesa, tão
ínfima como a luz que separa o negro da noite,
Como cada alga malvada, o
sumo milhafre de uma ausência, a invisível maré, em pedaços de esperma, sobre o
silêncio quase abelha, de uma pedra,
Apelidada, de saudade.
Se do destino vier, a
língua pérfida de uma flor putrefacta, meu outro sono, a cada minuto de
rotação, quase cada gotinha nos primeiros pássaros em terrível acordação, e da
matéria surge o ovo, dos olhos nascerão orvalhos, ou novas vírgulas amansadas,
Sob a fresca erva da
página de um livro.
Peço ao vácuo, que a
minha vida
Também ela,
Não seja mais um vácuo,
tímido, acorrentado às sombras de uma mangueira…
Quando vinha a quase
noite, e eu olhava os coqueiros, e olhava o mar…
Do outro lado do mar
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