sinto a tua pele poética
na minha mão cansada, da minha mão
de onde saem as palavras
em tão te desejar,
na fresca erva do prado,
e minúsculas andorinhas de vento, habitam na paisagem do teu cabelo, quando a
quase chuva,
cai sobre o teu corpo em
círculos de delírio, em teu corpo meu delírio.
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