Aquiesço que a noite me
quer comprar, que a pedra mais pesada que eu transporto durante o dia, quando é
a noite, é tão leve
Como o leve doce do
algodão
Que este martírio não
termina, nunca
Que a madrugada é uma
merda, que merda é o luar e a lua, e as estrelas,
E o algodão leve doce, a
noite se crava na terra enxada de uma mão a transpirar pequenas gotículas de
sangue,
E depois, o vexame.
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