Quase que não o vêem na solidão solar do dia, quase que a brancura da sua pele, é negra, como a noite vadia
Ou como uma serpete a
ouvir, poesia
Que é esquecido por
todos, quase que morria, de aflição, só de pensar de que um dia o mar lhe
entre, todo pela janela
Que esse mar, seja mais
azul do que as silabas de um amanhecer, e mais leve do que o oxigénio de uma
semente
E da terra lavrada, se
erguerá uma clarabóia com sabor a mel
E de tantos os pássaros
da sua voz, quase que não o vêem na solidão
Solar do dia.
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