ainda pertenço à tua
lagrima cinzenta, ainda rezo e me convenço, que quanto mais lenha coloco na
lareira de um olhar, mais chuva aposento, e traz o vento, e o tempo
que ainda pertenço, que
ainda…
nas mãos de um destino.
se o dia é o sargaço, da
noite te encontra, o abraço
sedento, rabugento,
talvez até, um pouco azul, nos dias ímpares,
que dos teus seios vejo
as luzes da montanha mais linda, de todas as lindas, montanas;
o primeiro dedo, sobre a
mesa.
turquesa, a primavera
quase língua na boca do lobo, à janela, aberta a distância, fica-se apenas pelo
pequenino, e tão belo, cubo de granito.
oiço o grito e oiço o
jejum da serpente, a maçã de newton cai sobre o centro de massa do teu sexo, e
eu finalmente sou um fóton; pudera, finalmente.
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