Se tu me amasses, se do
silêncio de uma estrela, uma outra estrela me amasse, e matasse…
Se as cavernas fossem a
luz da minha caverna, em escuridão,
E a escuridão, a ténue
luz de uma mão,
De espada ao céu, as
pedrinhas que são lançadas, sobre o mar,
Se este barco fosse o
deserto de um abraço, e que me traga o mar, da janela, o isqueiro, aceso,
quase, morto, como eu…
Se eu voltasse à lua, e
se a lua, se deitasse na minha cama, entre sombras de musgo e cortinados em
mel, depois uma abelha, traz a sílaba quase só, dentro do rochedo, depois da
última madrugada, debaixo de água, deito-me sobre o vazio de uma lágrima,
E percebo que as janelas
são apenas invisíveis, todas as estrelas de um olhar!
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