Quase que adormeço, não sabendo a que navio pertenço
Desconhecendo, o nome
deste oceano
Não sabendo, e no entanto
Fiz a primeira comunhão,
a solene e fui crismado, depois,
Pensei,
Que se foda o padre, tudo
aquilo que está errado, está certo
E assim foi andando o
Herberto pelas ruas do Funchal,
Hoje sou Ateu com o
acordo escrito e lavrado na seara das montanhas azuis, no cartório notarial,
entre mim e a minha mãe
Curiosamente passei,
quase criança, na ilha da Madeira, Las Palmas, Canárias, e S. Tomé,
Tudo
Um dia em cada,
Por isso sou muito
razoável, práctico, e talvez,
Às vezes, muito tolo
E cada navio tem um
comandante novo, quando já quase o conheço pelo cagar,
Outro gajo de fato cinzento
e boné com muitas luzinhas, tantas tiveram,
Os seios da minha tia
Alice, que morreu virgem e devota, valha-nos Deus,
Logo do AL Berto, e aquele
malandro do Pacheco, depois
Chovia uma ténue alegria
pela pilinha quase sabão
O cão, ladrava,
felizmente acordava o Leão na floresta,
E claro, que se foda,
O padre,
E o Leão, e também,
Que se foda a selva
Que apenas se salvava a
criança, e que o raio do canino, continua a espetar pregos nas nádegas da
menina Arminda, que coisa, aquela coisa,
Quase fogo sobre a
floresta, e o Leão
Se aproxima, e se senta,
e se deita
No chão.
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