Se eu tombar na chuva escaldante sempre que a terra treme, de luz quando o livro é um círculo de olhos fechados,
Se eu tombar, lacrado o meu nome depois de morto, este esqueleto quase em ruínas
Quase cadáver mendigo, a figueira olha-a, cada figo é um disfarçado malmequer pincelado de azul,
O pôr-do-sol está na tua mão mar que assombra uma mãe, antes que seja noite, o poema
E, morra também.
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