oiço o silêncio da água que chora nos teus seios, que semeia na terra, outra terra, semeada, e outra água, também chorada
deito a cabeça nos teus
seios, poiso a mão na tua coxa, deitada
no meu corpo quase, água
no mar dos teus olhos,
dos teus lábios, mimada.
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