29 julho 2025

Do rio dos teus seios

 

Do rio dos teus seios, a madrugada quase veneno, geada

O grito, se o teu nome for escrito no mar, a nuvem secreta dos teus olhos, uma pequena palavra, ou apenas

Um cortinado de vento

 

Depois, abraçava-te, pegava na tua mão

Te olhava, e escrevia nos teus lábios porque te amava o silêncio, porque se revolta a árvore do jardim, quando te toca, e tu a tocas

De tão leve, leve em tua mão

O pequeno beijo; do rio dos teus seios…

Sem comentários:

Enviar um comentário