Do rio dos teus seios, a
madrugada quase veneno, geada
O grito, se o teu nome
for escrito no mar, a nuvem secreta dos teus olhos, uma pequena palavra, ou
apenas
Um cortinado de vento
Depois, abraçava-te, pegava
na tua mão
Te olhava, e escrevia nos
teus lábios porque te amava o silêncio, porque se revolta a árvore do jardim,
quando te toca, e tu a tocas
De tão leve, leve em tua
mão
O pequeno beijo; do rio
dos teus seios…
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