Devorar com a minha mão o desejo dos teus lábios
Oh meu amor,
O rio secante ao umbigo da noite, nas pálpebras das estrelas, um fio de sémen,
Na luz dos teus olhos,
Se descer do céu o teu púbis quando o livro brinca na mão ausente,
Na minha mão também cansada,
Que sente, a tua lágrima chorada.
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