no estrelar nocturno de
um desejo,
se fosse o beijo,
se fosse o fugidio rio,
na alvorada,
uma estrela se acende,
uma estrela se acende na imensidão do teu corpo, quase lume,
um sorriso de oiro, nos
lábios madrugar, do medo de te tocar, sentir o teu cabelo voar,
o medo de te amar, o medo
de não ser amado, abraçado,
no estrelar madrugar de
um desejo, quase a tua mão, na minha mão, na mão que te escreve…
na mão que escuta dos
teus lábios, na voz sílaba em cio, galgando a montanha, tremendo de frio
e hoje, meu amor,
o teu sorrir é oiro loiro
antes de acordar a seara,
no chão chuva do teu
olhar.
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