gira,
balança-se em mim, o teu corpo
entre os meus dedos, os teus seios são estrelas, as
tuas mãos em mim, semeando o desejo sobre a minha pele poética,
e branca,
como a luz dos teus olhos.
gira, roda, balança…
e escrevo no teu corpo, em vários idiomas,
amo-te. e cada palavra,
é um novo gemido, quase madrugada, quase tudo.
balança-se em mim, o teu corpo
e eu percebo que há um oceano nos teus lábios,
que a cada maré dos teus beijos…
uma flor acorda, e sorri.
in, O farol
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