O meu nome pertence ao teu corpo, mas não é preciso escrever-lhe sempre que a sonolência da chuva não seja apenas um pássaro, mas o rio de luz que alegra a tua mão,
O meu nome é uma pedra, um abraço na tua mão de Deus que o teu cabelo desenha no vento sentindo o teu sorriso de sono quase melancólica preguiça, depois
O meu nome é a sanzala inverno da tua lágrima, que a lua semeia nas pálpebras da tarde,
E te escrevo sentindo o teu nome também ausente do silêncio do poema...