todos, os pedaços anónimos
do meu nome envenenado
todos, todos os rios que
galgam a escuridão, acreditando que lá fora, lá fora passeiam-se sobre a mesa
de um bar
as gargalhadas de um
louco
sonho-me desencantado
porque trago na algibeira, um pedaço de terra que não me pertence
os meus pedaços anónimos
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