27 junho 2025

As raízes suicidam-se da terra brava, a boca é uma lâmpada na mão de uma espada

Desaparece pela manhã o minguante desejo, ontem já era tarde

E na morte, ele encontrou o silêncio de uma bala, que se escreve no chão lavrado de um luar

Pouca coisa, será o dia, sempre que há uma fogueira na primeira sílaba da madrugada

 

E tudo é o nada, e tudo é uma lágrima,

No olhar de um palavra.


27/06/2025