As raízes suicidam-se da terra
brava, a boca é uma lâmpada na mão de uma espada
Desaparece pela manhã o
minguante desejo, ontem já era tarde
E na morte, ele encontrou
o silêncio de uma bala, que se escreve no chão lavrado de um luar
Pouca coisa, será o dia,
sempre que há uma fogueira na primeira sílaba da madrugada
E tudo é o nada, e tudo é
uma lágrima,
No olhar de um palavra.
27/06/2025