aos poucos já voo sobre um azul silêncio estrelar,
aos poucos, aos poucos
sinto cada raio de sol sobre a minha pele, às vezes, às vezes tão tristinha,
tão
tão só como o mar
tão ranhosa, mas aos
poucos o cortinado negro, quase mais negro do que a noite,
descerra-se, deita-se no
chão,
e aos poucos,
abrirei a janela
aos poucos, a cada dia,
um muito, e outro poema.
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